9° dia de academia



Ao som de “1901” da cantora Birdy, escrevo mais um dia de academia, as músicas dela meio que inspira a escrever.
Hoje foi um daqueles dias em que fiquei estressado, perdi o cartão de passar na roleta da academia, e não tinha dinheiro para solicitar outro, ciente de que mesmo assim eles me deixariam entrar até fazer outro, bateu uma raiva pois foi descuido meu da última vez deixar sobre a mureta da cozinha e não ter guardado, minha mãe tinha pego na mão 3 vezes e não sabia o que era ou de quem era, assim no final de semana ele se perdeu da mureta e só  fui dar conta hoje antes de sair. _Que droga, logo hoje que acordei a 6 da manhã e estava empolgado para exercitar! Era o que eu dizia baixinho. Pois é, algumas coisas acontecem e nunca nada provavelmente sai do jeito que imaginamos, coisas subitamente, sem esperar nascem atrapalhando os planos. Sentado na cadeira da cozinha, tive que me levantar e esmurrar a parede para que minha raiva passasse, infelizmente ainda tenho essas infantilidades que pretendo perder com o tempo, mas foi o que me fez acalmar e pensar, “ já que o instrutor deixa entrar sem o cartão hoje, não posso deixar de ir, e aí, será que eu estou tentando descontar a raiva de ter perdido o cartão e não ir, ou eu simplesmente não quero ir?”. Peguei minha toalha e parti.
Deveria ter falado sobre essa pessoa antes, em outras postagens, desde que comecei a academia, reencontrei um cara que nunca conversusamos, mas na minha adolescência foi o pivô de um amor platônico. Eu sempre me apaixonava e foi quando me apaixonei por uma vizinha, devido a mini sério “Presença de Anita” a qual eu achava ela igualzinha, me apaixonei por ela e a desenhava deliberadamente, eu sabia que eu era um gordo que nunca teria chances com ela, mas olhá-la pela freaste da janela do meu quarto ela no portão da sua casa era minha forma de estar perto. Ela começou a namorar esse cara a qual tem um apelido muito engraçado, e hoje ouvi chamando ele pelo mesmo apelidado, Madeira.
Não sinto mais nada por ela, e lembro de ter odiado o cara naquela época, (risos), como a adolescência é a pior faze do melhor da vida, como eu queria ser visto e chamar atenção dela que fosse pelo menos com desenhos.
Hoje madeira ficou enchendo o saco de um gordinho que exercitava chamando o sujeito de maionese. _Vai maionese, para de puxar pesos e vai correr na esteira se não, não emagrece! Deveriam ser muito amigos pois se fosse comigo em outros tempos teria ficado triste e socado a cara dele. (Risos).
Observei arranhado nas costas do gordinho, a mostra na camiseta cavada, foi então que percebi que se tratava de estrias pelo emagrecimento, eram enormes. Tiro o chapei pelas estrias que nasceram pelo esforço e determinação que deveria ter tido pois na verdade o gordinho era mais magro que eu.



Hoje corri na esteira um pouco mais do que a última vez, fiz mais abdominal do que a última vez, e estou mais contente do que a última vez. Agora tenho de me preocupar em fazer outro cartão.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagem relacionadas

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...